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Edição nº1 - Janeiro
a Junho de 2009
Edição nº2 - Julho
a Dezembro de 2009
Edição nº3 -Janeiro
a Junho de 2010
Edição nº4 - Julho
a Dezembro de 2010

 

Edição nº 1 - Janeiro a Junho de 2009


A ESTRATÉGIA ENQUANTO PRÁTICA SOCIAL COMO ALTERNATIVA A
VISÃO CLÁSSICA: Um ensaio teórico

Andressa Salvador
Elen Karla Trés
Fernando Bom Costalonga


O presente artigo procura evidenciar que a perspectiva de estratégia enquanto prática social requer uma nova noção de estratégia. Trata-se de um ensaio teórico, no qual se mostra porque o modelo amplamente aceito de estratégia empresarial não é adequado para a prática da estratégia. Como alternativa, apresentam-se os fundamentos da perspectiva da estratégia como prática social e suas implicações para formulação e implementação da estratégia nas organizações. O trabalho também abre oportunidade para uma pesquisa experimental futura a fim de compreender como os indivíduos reconhecem e validam essa perspectiva em seu cotidiano organizacional
.
Palavras-chave: estratégia; pensamento clássico; pós-modernismo; prática social.

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Edição nº 2- Julho a Dezembro de 2009


SOBRE O USO DA DEDUÇÃO LÓGICA E DA DEMONSTRAÇÃO NO ENSINO DE MATEMÁTICA NA ENGENHARIA
Allan Costa Jardim

O presente artigo aborda reflexões gerais a respeito do ensino de matemática no Brasil com foco na verdadeira ciência matemática e a importância das demonstrações na formação do espírito criativo humano, especialmente no que se refere à interpretação de fenômenos físicos presentes na natureza da atividade de Engenharia. A adoção de estratégias de ensino de disciplinas matemáticas com grande proporção de demonstrações contribui para o desenvolvimento do raciocínio lógico-dedutivo e posterior interesse pela pesquisa em Engenharia de alto-nível.

Palavras-Chave: Educação Matemática, Engenharia, Educação em Engenharia

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Edição nº 3- Janeiro a Junho de 2010


A UTILIZAÇÃO DO CRM: um estudo de caso em instituição de ensino superior
Andressa Salvador
Elen Karla Trés
Fernando Bom Costalonga

A Tecnologia da informação tem sido assunto de grande relevância no cenário econômico sendo tratado pelos países de primeiro mundo como um dois maiores fatores responsáveis pelo sucesso das organizações. O presente artigo tem por objetivo compreender como a tecnologia do CRM pode ser utilizada nas instituições de ensino superior privadas, para obtenção de vantagem competitiva. Para tanto, realizou-se um estudo de caso na empresa “Alfa” na qual se adotou uma pesquisa com enfoque qualitativo. Na primeira etapa foram abordados conceitos e aspectos relacionados a instituições de ensino superior privadas, tecnologia de informação, marketing de relacionamento e por fim CRM – gerenciamento de relacionamento com o cliente. Posteriormente, foram desenvolvidas entrevistas semi-estruturadas, junto a 4 gestores das coordenações administrativa, acadêmica, de marketing e de TI. Como técnica de análise de dados adotou o método de análise de conteúdo através da interpretação dos fragmentos de texto respondidos pelos entrevistados. Os resultados obtidos revelam que os principais processos da empresa em estudo envolvem a captação e retenção de alunos e que as atividades envolvidas para esse fim correspondem a atividades de CRM mesmo não possuindo um sistema efetivo e integrado. Por fim compreendeu-se que a integração de CRM e TI na empresa possibilitaria a agilidade e viabilidade de diversas ações que hoje não são possíveis devido a morosidade e inviabilidade de aquisição dessas informações.

PALAVRAS-CHAVE: Tecnologia de informação, vantagem competitiva, marketing de relacionamento


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Edição nº 4 - Julho a Dezembro de 2010


EFEITO DA TEMPERATURA DO AR DE SECAGEM E DOS AGENTES ENCAPSULANTES NO MICROENCAPSULAMENTO DE ÓLEO DE LARANJA EM LEITO DE JORRO
Ana Lucia dos Santos Barbosa
Luiz Roberto Albuquerque


Neste estudo foi avaliado o encapsulamento de óleo de laranja em leito de jorro com o objetivo de avaliar, em diferentes temperaturas, a influência de diferentes agentes encapsulantes nas características das microcápsulas formadas. Para tal, foi utilizada uma emulsão contendo 46% (p/p) de sólidos totais de matriz encapsulante, 10 % (p/p) de óleo de laranja e 44% (p/p) de água. As matrizes encapsulantes se constituíram em formulações de misturas de maltodextrina (20DE), Capsul® e goma arábica. As temperaturas utilizadas no leito de partículas inertes fluidizadas foram 40, 60 ou 80ºC. As análises do material encapsulado em leito de jorro indicam influência da temperatura e dos agentes encapsulantes na taxa de retenção do óleo de laranja. As formulações contendo Capsul® exibiram melhor desempenho nas temperaturas de 60 e 80ºC.

Palavras-chave: Leito de jorro; Microencapsulamento; Óleo de laranja.

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